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Augusto Cesar Leite: poeta, médico e patrono do Hospital Cirurgia

Publicado em: 07/09/2016     Imprimir artigo

personalidade-1Nasceu em 30 de julho de 1886, no Engenho Espírito Santo, município de Riachuelo, sendo seus pais Francisco Rabelo Leite e Maria Virgínia Accioli Leite.

Realizou os estudos iniciais em Riachuelo e em Salvador.

Diplomou-se em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, no dia 2 de janeiro de 1909, ocasião em que defendeu tese sobre “Contra-indicação renal do emprego do salicilato de sódio”.

Formado, clinicou nas cidades de Capela e Maroim, no interior de Sergipe. Depois, fixou-se em Aracaju, onde dirigiu a Escola de Aprendizes Artífices (1910) e assumiu a cátedra de Higiene Geral e História Natural do Ateneu Sergipense (1916).

Ainda em 1916, integrou o Conselho Superior de Instrução Pública. No ano seguinte, foi eleito para o Conselho Municipal de Aracaju (1917-1919).

Em 1918, passou a reger a cadeira de História Natural do Seminário Diocesano de Aracaju.

A partir de então, sua trajetória foi extraordinariamente brilhante, tornando-se um dos médicos mais famosos de Sergipe.

Foi presidente da Sociedade de Medicina de Sergipe, diretor do Serviço Cirúrgico do Hospital Santa Isabel, criador da Maternidade Francisco Melo (1930), do Hospital Infantil (1937) e da Escola de Auxiliares de Enfermagem (1950).

Fez cursos e estágios de especialização na França e nos Estados Unidos.

A ele devemos o Hospital de Cirurgia, inaugurado em 26 de maio de 1926, bem como a Sociedade de Medicina de Sergipe. Foi um dos fundadores da Faculdade de Ciências Médicas, núcleo formador da Universidade Federal de Sergipe.

Foi o primeiro sergipano a integrar o Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Recebeu vários títulos e honrarias (Comendador da Santa Sé, Professor Emérito da Universidade Federal de Sergipe, “Bisturi de Ouro” do Estado de Sergipe, etc., etc.).

É considerado um dos maiores cirurgiões do seu estado natal e um dos mais famosos do país.

Faleceu em 9 de fevereiro de 1978.

A propósito, disse Marcos Aurélio Prado Dias: “Com a morte de Dr. Augusto Leite, Sergipe inteiro chorou a perda de um dos seus mais ilustres e queridos filhos”.

O poeta Freire Ribeiro, no poema “Mãos de Augusto Leite”,  escreveu:

“Mãos que abençoam;

Mãos que afagam;

Mãos que dilaceram ! …

Morte em nome da vida! …

Mãos que o Senhor abençoa todos os dias, semeadora da

Paz no Vale das agonias, que nos ferem a vida nas vicissitudes da matéria contigente – a argila que somos na jornada dos séculos!

Mãos que são um presente dos céus para todos nós!

Sim, amigos; cantemo-las! …

Cantemo-las mais do que nunca neste pontifical de gratidão de Sergipe ao grande apóstolo da Medicina, que por meio século fizeram menos grande a dor dos seus semelhantes nesta cidade de areias tranquilas, de coqueirais virentes, de tranqüila paisagem luminosa! …

Sim, cantemo-las!

Mãos de AUGUSTO LEITE: mãos de paz, mãos de luz, mãos de amor ! …”

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