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Povoado de Terra Caída: Um paraíso desconhecido!

Publicado em: 06/09/2016     Imprimir artigo

terra-cada-49A 60 quilômetros de Aracaju e a cinco minutos da Rodovia Estadual Luís Eduardo Magalhães, a Linha Verde, bem na divisa dos municípios de Santa Luzia do Itanhy e Estância, e separado por esse último apenas pelo Rio Piauí está o povoado Terra Caída, em Indiaroba. Na verdade, o nome oficial do povoado é Praia São José, só que quase ninguém o conhece por esta denominação. Até as placas de sinalização possuem o nome pelo qual é conhecido.

Com aproximadamente mil habitantes, que depositam a fé no santo padroeiro São José, Terra Caída se tornou um paraíso tropical, reduto de turistas que buscam paz e tranquilidade.

Existem três versões para a origem desse termo. A primeira diz que entre o final do século 19 e início do 20, a região era uma pequena vila de pescadores, com cerca de oito casas de taipa e telhado de palha, e era apelidado de Cajueirinho, devido à grande quantidade desse tipo de árvore no lugar. Segundo Ginaldo Custódio Lessa, presidente de uma associação de pescadores no povoado, existia um sítio a aproximadamente um quilômetros dali que se chamava Coqueiro. Ele relata que os pescadores dos dois vilarejos eram rivais. “Para menosprezar os pescadores do Cajueirinho, os do Coqueiro apelidaram a vila deles de Terra Caída. Usavam a palavra caída para humilhar os adversários”, afirma Lessa.

b1cf1b_c3f6fd96bc05eaf3fa176739bde038a4De acordo com ele, a segunda versão trata da questão geográfica. “Aquelas terras são as mais baixas da região sul – é tanto que no inverno a região fica alagada -, e a sensação é que, saindo da rodovia no sentido do povoado, as terras vão descendo. Aí as pessoas começaram a dizer que as terras iam caindo”, informa Ginaldo Lessa. Já a terceira e última hipótese, segundo o presidente da associação, está ligada à questão religiosa. “Na época em que a igreja governava, um padre veio rezar uma missa e poucas pessoas compareceram. Ele ficou chateado e quando ia embora rogou uma praga. Subiu na canoa, bateu os chinelos e disse que estas terras iam continuar sempre caídas”, comenta.

Apesar de não haver nenhum documento que comprove a veracidade de uma ou de outra versão, o mais importante é o que o lugarejo representa. Com 13 bares, uma praça, escola, clube, posto de saúde, campo, mercearia, quadra, ruas calçadas com paralelepípedos e diversas casas com antenas parabólicas, e um modesto porém exuberante porto, a pequena vila de pescadores de outrora se tornou um formoso povoado, passagem obrigatória de turistas oriundos principalmente de Aracaju e Salvador.

Por Marcos Migdalski

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