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“Vai ficar na memória”, diz primeiro medalhista Paralímpico do Brasil no Rio 2016

Publicado em: 08/09/2016     Imprimir artigo

 Carlos Antônio do Nascimento:  trabalho dos guias reconhecido (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

Carlos Antônio do Nascimento: trabalho dos guias reconhecido (Foto: Rio 2016/Saulo Pereira Guimarães)

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) tem um objetivo ousado nos Jogos Rio 2016: faturar ao menos uma medalha por dia. Nesta quinta-feira (8), o corredor Odair dos Santos garantiu o cumprimento da meta logo na primeira final dos Jogos, com a prata na prova de 5.000m classe T11. “Conquistar a primeira medalha é algo que vai ficar marcado em minha memória”, afirmou ele.

O atleta deu uma entrevista coletiva à tarde, na Barra da Tijuca. No bate-papo, agradeceu o apoio da torcida que o incentivou pela manhã no Estádio Olímpico. “Foi fantástico receber a energia de todos que estavam lá. Sem dúvida nenhuma, o público brasileiro vai fazer a diferença nos Jogos Paralímpicos”, disse Odair.

Uma das imagens que chamou a atenção de quem acompanhou a prova foi a dos óculos de Odair, que exibiam a imagem de duas garotinhas. Julia e Milena são filhas do corredor, que se desmancha em elogios na hora de falar da duplinha. “Elas são as medalhas mais importantes que já ganhei até hoje”, diz o veterano, que tem oito pódios Paralímpicos no currículo.

Além do pai coruja, os guias Carlos Antônio dos Santos e Eriton Nascimento participaram da entrevista coletiva. “Como disputo muitas provas, optei por correr com dois guias, para evitar que um só ficasse sobrecarregado”, explicou Odair. “Desde 2011, nós guias também recebemos medalha. Tenho duas com o Odair e fico feliz com o reconhecimento”, afirmou Carlos.

Até conquistar a prata, Odair passou por uma preparação com treinos de segunda a sábado que iam do começo da manhã até o fim da tarde. “Muitas vezes, eu abri mão de estar com minha família e outras pessoas que gosto para chegar aqui. Mas momentos como esse fazem todo o esforço ter valido a pena”, resumiu o atleta.

O CPB chegou a pedir a revisão do resultado da prova. De acordo com o comitê, os atletas quenianos (ouro e bronze) correram com a venda levantada. O pedido, porém, foi recusado, e o resultado da pista, mantido.

Por Rio2016

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